Após a Semana da Arte Moderna, o Modernismo passa a viver sua “fase heróica”, isto é, a fase de divulgação das idéias modernistas em todo país e de aprofundamento das questões estéticas lançadas pela Semana. Essa fase foi marcada essencialmente por duas tendências: destruição e construção.
![]() |
| Abaporu |
Após a Semana da Arte Moderna, o Modernismo passa a viver sua “fase heróica”, isto é, a fase de divulgação das idéias modernistas em todo país e de aprofundamento das questões estéticas lançadas pela Semana. Essa fase foi marcada essencialmente por duas tendências: destruição e construção.
Várias obras, grupos, movimentos, revistas e manifestos ganharam o cenário intelectual brasileiro, numa investigação profunda, e por vezes radical, de novos conteúdos e de novas formas de expressão. Os resultados deixados por esse período de pesquisas foram a implantação definitiva do movimento modernista e a maturidade e autonomia de nossa literatura.
Principais características:
· Período rico em manifestos e revistas de vida efêmera;
· Poesia nacionalista;
· Busca do moderno, original e polêmico;
· Volta às origens e valorização do índio verdadeiramente brasileiro;
· Espírito irreverente, polêmico e destruidor, movimento contra;
· Anarquismo e luta contra o tradicionalismo;
· Paródia e humor (tentativa de repensar a história e a literatura brasileira);
· Liberdade de estética;
· Valorização do cotidiano;
· Uso de paródias;
· Verso livre sem uso da métrica;
· Linguagem coloquial (falada pelo povo nas ruas);
· Predominância da poesia sobre a prosa;
![]() |
| Batizado de Macunaíma |
· Mário de Andrade;
· Oswald de Andrade;
· Manuel Bandeira;
· Antônio de Alcântara Machado;
· Cassiano Ricardo.
Principais obras:
· REVISTAS:
· Klaxon;
· Estética;
· Festa;
· Terra roxa e outras terras;
· Verde;
· Revista de Antropofagia;
· A Revista.
· MANIFESTOS:
· Manifesto da Poesia Pau-Brasil;
· Manifesto Antropófago;
· Manifesto Regionalista de 1926;
· Manifesto Verde-Amarelo e Anta.
· OBRAS:
· Mário de Andrade - (1893-1945):
· Há uma gota de sangue em cada poema;
· Paulicéia desvairada;
· Losango cáqui;
· Clã do jabuti;
· Remate de males;
· Lira paulistana (poesia);
· Macunaíma (rapsódia);
· Amar, verbo intransitivo (romance);
· Belazarte;
· Contos novos (contos);
· A escrava que não é Isaura;
· O empalhador de passarinho (ensaios).
· Oswald de Andrade - (1890-1954):
· Pau-Brasil;
· Primeiro caderno do aluno de poesia Oswald de Andrade (poesia);
· Serafim Ponte Grande;
· Os condenados;
· Memórias sentimentais de João Mira mar;
· Marco zero (romance);
· O homem e o cavalo;
· A morta e o rei da vela (teatro).
· Manuel Bandeira (1886-1968):
· Cinza das horas;
· Carnaval;
· O ritmo dissoluto;
· Libertinagem;
· Lira dos cinqüenta anos;
· Estrela da manhã;
· Mafuá do malungo;
· Opus 10;
· Estrela da tarde;
· Estrela da vida inteira (poesia);
· Crônicas da província do Brasil;
· Itinerário de Passárgada (prosa).
· Alcântara Machado - (1901-1935):
· Pathé Baby;
· Brás, Bexiga e Barra Funda;
· Laranja da China;
· Mana Maria;
· Cavaquinho e Saxofone (prosa).
· Cassiano Ricardo - (1895-1974):
· Dentro da Noite;
· A frauta de Pã;
· Martim-Cererê;
· O sangue das horas;
· Jeremias sem-Chorar (poesia).


Nenhum comentário:
Postar um comentário